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Classificação da ginecomastia

O crescimento de mamas também é possível ocorrer em homens. É comum surgir em meninos quando entram na puberdade, porém, em grande parte dos casos, elas desaparecem em poucos meses. Contudo, há casos em que elas continuam e não somem de maneira nenhuma. Este pode ser um caso de ginecomastia que necessita de tratamento caso o indivíduo não queira continuar com seios iguais aos de uma mulher. Muitos homens podem até ter a alto-estima reduzida por causa deste problema. Não querer aparecer sem camisa na frente de ninguém é um problema grave, pois pessoas assim podem acabar deixando de fazer algumas atividades prazerosas, como ir à praia ou em um parque aquático, por exemplo.

 
Os graus do problema
A ginecomastia pode ser classificada basicamente em três graus diferentes. Estes graus chegam a definir o tipo de procedimento que será necessário executar para a sua retirada. O grau I ocorre quando há somente um tecido glandular em volta da aréola, local circular onde fica o mamilo. Neste caso não há flacidez nem de pele nem de gordura. Quando tratada, o resultado fica ótimo e a cicatriz fica bem disfarçada. O grau II é o tipo mais comum. Nele o tecido adiposo na região peitoral é maior, mas a pele não é flácida, além de haver o tecido glandular. Associar a cirurgia com a lipoaspiração é indicado neste caso. O grau III ocorre em toda a área peitoral, onde há um grande acúmulo de gordura e a flacidez, além do tecido glandular.

 
Como tratar
Em alguns casos o seu tratamento é feito através de medicamento. É utilizado o tamoxifeno durante 3 a 6 meses. Entretanto, muitas vezes, o efeito do tratamento medicamentoso não é satisfatório. Nestes caso, a única solução é recorrer à cirurgia plástica da ginecomastia. A duração do procedimento dependerá do grau em que o problema se encontra. O grau III é o mais grave, portanto o procedimento costuma durar mais e é feito com anestesia geral. Para os outros graus, a anestesia local é a mais utilizada.

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PESQUISA

DR. FREDERICO VASCONCELOS // CIRURGIÃO PLÁSTICO
  • Formado em Medicina pela Faculdade de Ciencias Médicas de Minas Gerais - FCMMG - BH/MG.
  • Especialização em Cirurgia Geral pelo Hospital Biocor - Nova Lima Grande BH/MG.
  • Especialização em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José / Feluma-FCMMG - BH/MG.
  • Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
  • Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia.
  • Membro do Conselho Regional de Medicina de MG.
  • Membro do Conselho Regional do ES.
  • Membro do Corpo Clínico de Cirurgia Plástica do Hospital Materdei.
  • Membro da Equipe de Cirurgia Plastica do Hospital Villa da Serra.
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