31 3213-0374 | 98955-5665 | 98766-5665 /

Surpreenda-se

Cirurgia plástica segura. Marque sua consulta!
Home > Cirurgia Plástica > Otoplastia (Orelha de abano)

Otoplastia (Orelha de abano)

Otoplastia (Orelha de abano)

A Otoplastia é o método cirúrgico utilizado corrigir o tamanho e a posição das orelhas.

INDICAÇÃO

Os pacientes que normalmente procuram esse método são aqueles que possuem as chamadas “orelhas em abano”, característica física que diminui muito a autoestima das pessoas, principalmente jovens em idade escolar que são alvo comum de piadas e provocações devido à aparência das orelhas. Essa particularidade é normalmente hereditária e se caracteriza pelo ângulo maior do que o normal entre a orelha e o crânio. Por ter impacto tão profundo na autoestima, é um dos procedimentos cirúrgicos mais procurados. A cirurgia propõe-se a modelar a cartilagem auricular, diminuindo-a, se necessário.

Informações Adicionais da Otoplastia

IMPORTANTE: Resultados definitivos somente devem ser considerados após 12 meses da cirurgia. As cirurgias de retoques, quando necessárias, serão aconselhadas pelo cirurgião, devendo-se respeitar o tempo necessário para a adequação dos tecidos e acomodação das cicatrizes. Quando realizadas em momento inoportuno, as cirurgias podem não alcançar os resultados desejados. Os retoques não significam incapacidade técnica, mas uma revisão cirúrgica para se alcançarem resultados ainda melhores. Os custos desses possíveis retoques serão cobrados somente em relação às despesas hospitalares e as de anestesista. Não serão cobrados honorários da equipe cirúrgica, desde que esses retoques sejam realizados no período sugerido pelo cirurgião.

Para fins de honorários, será considerado retoque todo procedimento indicado pelo seu cirurgião seguinte à primeira cirurgia, num período subsequente de 12 meses. Após esse período, qualquer intervenção cirúrgica será considerada como um novo procedimento, independentemente do primeiro, mesmo que realizada nas mesmas áreas.

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos antes e depois, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe, ainda, o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, também é vedada.

Intercorrências da Otoplastia

As intercorrências são situações que surgem no período pós-operatório e não interferem no resultado. São exemplos: equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas que podem drenar espontaneamente ou necessitar drenagem cirúrgica, eliminação de pontos internos (por volta de 3 semanas), deiscência de pontos (abertura do corte) etc.

Outras intercorrências indesejáveis e mais complexas, que felizmente são raras: infecção, grande deiscência de pontos, necrose parcial ou total da pele das orelhas, grandes hematomas que precisam ser drenados e as intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico. Nessas eventualidades é fundamental manter a calma e conversar extensamente com o médico, que cuidará atentamente do caso. O paciente não deve transmitir a existência dessas intercorrências a seus amigos e familiares. Eles poderão deixá-lo inseguro, nada podendo fazer efetivamente para ajudá-lo. Esse procedimento gera angústia, dúvidas e insegurança. Continuar confiando no médico ainda é o melhor caminho e ele saberá como ajudar.

A recidiva da orelha em abano é uma condição pouco comum que pode ocorrer, dependendo da técnica operatória empregada e dos cuidados pós-operatórios seguidos pelo cliente.

A Cirurgia da Orelha em Abano

Esta cirurgia é realizada sob anestesia local e sedação, podendo ser geral a critério do anestesista e do cliente. Quando a criança é de baixa idade e se apresenta muito agitada ou ansiosa pela cirurgia, recomendamos a anestesia geral, a fim de conseguir-se a devida imobilização do paciente. É muito importante que a criança esteja motivada para a cirurgia e realmente desejando as melhoras propostas, pois assim ela participará e colaborará bastante com o procedimento, até mesmo permitindo a cirurgia com anestesia local.

A duração do procedimento é de aproximadamente duas horas e deve ser lembrado que o tempo de bloco cirúrgico é maior, devido à preparação e à recuperação pós-anestésica. Não há necessidade da internação hospitalar, ou seja, o paciente pode ir para casa no mesmo dia, salvo se ocorrerem alterações pós-operatórias (recuperação anestésica, sangramentos).

As cicatrizes nesse tipo de cirurgia são geralmente imperceptíveis em razão de se localizarem atrás das orelhas. Sendo uma região de pele muito fina, a tendência da cicatriz é ficar em um bom padrão. Como toda cirurgia, as particularidades existem e também as maneiras específicas de tratá-las. Em situações especiais, incisões anteriores nas orelhas (futuras cicatrizes) poderão ser necessárias para cuidar dessas peculiaridades. Esses casos serão detalhadamente esclarecidos nas consultas pré-operatórias. As cicatrizes também poderão evoluir mal, dependendo de cada organismo.

Pré-operatório da Cirurgia de Orelha

Após conversar com o médico e esclarecer todas as dúvidas, o paciente deverá fazer exames de rotina cerca de 10 dias antes da cirurgia, assim como uma avaliação clínico-cardiológica. Em alguns casos, podem-se solicitar cuidados específicos que possam ajudar no esclarecimento diagnóstico.

Lembre-se das recomendações gerais para cirurgias plásticas. Nas duas semanas anteriores ao procedimento, não utilize medicamentos à base de Ácido Acetilsalicílico (AAS), anticoagulantes, corticoides de uso prolongado ou medicamentos para emagrecer. Não fume por 30 dias antes da operação. Não use cremes corporais a partir da véspera da cirurgia. Fique em jejum de acordo com a recomendação médica ( normalmente dez horas antes da cirurgia). Comunicar ao cirurgião qualquer anormalidade ou uso recente de medicamentos, assim como alergias. Guarde em casa objetos pessoais como joias e bijuterias e reporte qualquer outra recomendação que venha a ser pertinente. No dia da cirurgia, você deve acordar em jejum, tomar banho completo e chegar ao hospital 1 hora antes da cirurgia, com acompanhante.

Pós-operatório de Otoplastia

Normalmente essa cirurgia não apresenta um pós-operatório doloroso. Mesmo assim, se se apresentar algum grau aumentado de sensibilidade dolorosa, o uso de analgésicos comuns resolve bem e será recomendado na prescrição de pós-operatório. Somente devem-se usar medicamentos recomendados pelo médico, seguindo todas as orientações dadas pela equipe cirúrgica. É melhor esclarecer as dúvidas com quem fez a operação, ao invés de pedir orientações a amigos que não conhecem detalhadamente o caso. O paciente sai da cirurgia com um curativo semelhante a uma touca, que permanecerá por 2 a 3 dias protegendo as orelhas de qualquer traumatismo. Após esse tempo, esse curativo será retirado, programando-se a retirada dos pontos após 10 dias. Retornos adicionais serão comunicados pelo cirurgião e devem ser seguidos para uma completa recuperação e avaliação dos resultados.

Nas primeiras 2 a 3 semanas, as orelhas ficam bem inchadas e um pouco mais sensíveis. É sempre bom lembrar que nosso organismo necessita de algum tempo para recuperar-se do trauma cirúrgico. Após cerca de 1 mês, já é possível fazer uma melhor avaliação dos resultados, apesar de o processo cicatricial ainda não estar completo.

Durante 3 meses, recomenda-se o uso de uma faixa de proteção (que poderá ser usada quando o paciente estiver em casa e à noite ao deitar-se) para não dobrar as orelhas, sendo isso necessário para a completa cicatrização da cartilagem.

O paciente receberá alta hospitalar tendo todas as recomendações necessárias a uma boa recuperação:

  • Repousar de atividades físicas e limitar os movimentos bruscos e amplos.
  • Deitar com o tronco elevado por almofadas e travesseiros. Não deitar de lado ou de bruços até que seja autorizado pelo seu cirurgião. Não deitar apoiando-se nas orelhas.
  • Tomar banhos somente com a autorização da equipe cirúrgica, não molhando o curativo.
  • Não trocar ou manipular os curativos, mesmo que haja um pequeno sangramento (o que é normal e não deve causar sustos). Todas as trocas de curativos deverão ser feitas pela equipe cirúrgica ou orientadas por ela.
  • Após um mês, poderão ser retomadas as atividades físicas habituais, como ginástica, natação etc.
  • A exposição ao sol com o intuito de bronzear somente será permitida após 30 dias. Até então, pequenas caminhadas sob o sol poderão ser feitas com o uso de bloqueadores solares.
  • O paciente jamais deverá fazer compressas quentes na área operada para melhorar o inchaço. A pele ainda estará sensível e poderá ocorrer queimadura de 3º grau.

Geralmente os resultados são muito bons, mas é importante salientar que quase sempre a orelha direita é diferente da esquerda, assim, alguma assimetria poderá existir após a cirurgia, não sendo decorrente do procedimento, mas do próprio formato assimétrico das orelhas antes da cirurgia, bem como de alterações do contorno ósseo do crânio, que podem projetar as orelhas de forma diferente.

Quando Realizar a Otoplastia

A idade ideal para a correção desse tipo de alteração é a pré-escolar, ou seja, dos cinco aos sete anos de idade. Isto se dá porque nessa idade as orelhas já estão totalmente formadas e já no tamanho de adulto, assim podem-se evitar problemas de ordem psicológica em função de comentários e zombarias por parte dos colegas. Todavia, nada impede que tal correção seja feita em outras fases posteriores da vida.


DR. FREDERICO VASCONCELOS // CIRURGIÃO PLÁSTICO
  • Formado em Medicina pela Faculdade de Ciencias Médicas de Minas Gerais - FCMMG - BH/MG.
  • Especialização em Cirurgia Geral pelo Hospital Biocor - Nova Lima Grande BH/MG.
  • Especialização em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José / Feluma-FCMMG - BH/MG.
  • Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
  • Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia.
  • Membro do Conselho Regional de Medicina de MG.
  • Membro do Conselho Regional do ES.
  • Membro do Corpo Clínico de Cirurgia Plástica do Hospital Materdei.
  • Membro da Equipe de Cirurgia Plastica do Hospital Villa da Serra.
cirurgia plástica cirurgia plastica